Mente sã, corpo são!?

Isso é uma grande verdade, porém não podemos deixar o corpo totalmente de lado.

Há 11 dias estou sofrendo com a falta de exercícios. Estou com uma contratura muscular que não me deixa mover o corpo sem sentir dor e tudo por conta do sedentarismo. Algumas pessoas perguntam, mas isso não é problema só de excesso de exercício? Sou a prova viva de que não. Pode-se ter esse problema apenas com atividades diárias se o músculo não estiver bem exercitado.

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Sintomas frequentes sãos as dores locais, espasmos, tensão o que deixa o músculo com nódulos, contraído e afeta os movimentos dando uma limitação a eles.  Muitas vezes a falta de água, e de alguns minerais podem causar pequenas contraturas como também as câimbras. Na maioria dos casos podem ser tratados com compressas quentes e ingerindo líquidos, potássio magnésio. Mas em casos mais graves é preciso tratamento com medicação e fisioterapia.

É sempre bom buscar um médico para descobrir a causa pois existem casos causados por doenças que necessitam de um acompanhamento constante.

Meu caso foi em um músculo mais profundo então o tratamento é medicação e massagem local. Compressas só se fossem quentes e não dariam tanto resultado pois não chegariam ao músculo (o calor).

Outro fator que ajuda é o sobrepeso ( que no meu caso ajudou a contratura :/ ) então cuidar em fazer exercícios não é só questão de estética é principalmente de saúde. Primeira recomendação médica após o tratamento e cura da lesão? Mudar os hábitos e me exercitar para fortalecer a musculatura e de quebra, perder alguns quilinhos.

Espero ter ajudado ao menos uma pessoa a repensar sobre o assunto, além de mim, é claro rsrs.

E vamos lá! Uma semana de medicação e uma vida pela frente de exercícios para viver melhor.

Beijos no coração e na alma.

Assinatura Salmão

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Saúde da Mulher – Endometriose

Oie!

Mês de Março se comemora o Dia Internacional da Mulher, e tem muitas que não se cuidam. E como o blog é para falar e falar muito, tem espaço para diversão e para assunto sério também. Sendo assim, esta é uma matéria sobre esse doença que ataca muitas mulheres hoje e que é facilmente confundida com os sintomas da famosa TPM. Leiam e analisem o que anda acontecendo com seu corpo.

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A endometriose é uma doença crônica provocada pela migração do tecido que reveste a cavidade uterina, o endométrio, para outras partes do corpo, principalmente para o abdome, além de ovário, ligamentos uterinos, bexiga e intestino.

As mudanças ocorridas na vida da mulher tem favorecido o aumento da endometriose. A mulher esta menstruando mais vezes, pois o início da menstruação tem sido mais precoce e as gravidezes mais tardias com menor número de filhos. Além disso existem os fatores ambientais, como a combustão de poluentes que acumulam toxinas (dioxina) nos tecidos gordurosos da mulher, e as tendências genéticas de parentes de primeiro grau, que também são observadas.

Renata Garcia Nerys, da cidade de Araucária, no Estado do Paraná, recebeu o diagnóstico de endometriose em 2013, após sofrer episódios de dores abdominais intensas e cólicas fortes. “A endometriose prejudica muito minha rotina de trabalho, pois sinto dores o tempo todo e não dá para ficar nem muito em pé, nem muito sentada. Em casa, na minha rotina diária, não aguento fazer tanto esforço, durante e depois da relação sexual também sinto muitas dores, uns dias mais e outros menos, parece que tem dias que tudo dói mais. O meu intestino não funciona mais legal, tenho muita dificuldade nessa parte”, conta Renata.

 

Os sintomas da doença podem surgir na adolescência. É o diagnóstico mais comum de dor pélvica e cólica menstrual nesta faixa etária. Queixas de cólicas menstruais progressivas e/ou incapacitantes, dor profunda na relação sexual e dor pélvica fora do período menstrual são indicativas de endometriose. Outras queixas como diarreia e/ou constipação intestinal e/ou modificação da consistência das fezes no período pré-menstrual e na menstruação. E dor ou sangramento ao evacuar ou urinar na menstruação.

Vale ressaltar que a endometriose é uma das principais causas de infertilidade na mulher. A instalação da doença nos ovários pode provocar o aparecimento de um cisto denominado endometrioma. Este cisto pode atingir grandes proporções e comprometer o futuro reprodutivo da mulher. O diagnóstico e tratamento precoce são importantes para prevenir a infertilidade. “Quando o médico me falou a situação real do meu caso, eu e meu marido ficamos superassustados, eu nem imaginava como era esta doença e nem havia ouvido falar”, diz Renata, que está em tratamento.

Na maioria dos casos, o diagnóstico clínico-ginecológico da endometriose é suficiente, permite iniciar o tratamento e manter o acompanhamento da mulher a fim de avaliar a resposta terapêutica. A endometriose pode regredir espontaneamente com a menopausa, em razão da queda na produção dos hormônios femininos e fim das menstruações.

Mulheres mais jovens podem utilizar medicamentos que suspendem a menstruação. Lesões maiores de endometriose, em geral, devem ser retiradas cirurgicamente. Quando a mulher já teve os filhos que desejava, e não obtém melhora com o tratamento medicamentoso, a remoção dos ovários e do útero pode ser uma alternativa de tratamento. Os exames laboratoriais e de imagem podem contribuir. A vídeo-laparoscopia é indicada apenas nos casos que não melhoram com o tratamento instituído.

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Fonte: http://www.blog.saude.gov.br/35044-saude-da-mulher-endometriose.html